quarta-feira, 9 de junho de 2010

A foto do desenho da foto

 
Há vários dias venho conversando com Reflex, o livro em que Vik Muniz descreve o seu percurso criativo e, ao mesmo tempo, vai criando uma teoria do espaço entre o que as coisas são e o que parecem ser, entre a pintura e a fotografia, entre a imagem e a ilusão da imagem, entre a palavra e a imagem, e por aí afora. É um convite à experimentação tão intenso que não vejo outra maneira de entender o universo vikmuniziano que não seja experimentando. Mesmo que as minhas habilidades artísticas sejam absolutamente toscas, é alguma coisa muito mais importante que ele está propondo e que certamente a linguagem tradicional não dá conta.

Quem nunca foi criança diante do mistério do espelho não consegue entender Alice.Bem à moda Vik Muniz, tudo o que podemos guardar são os registros das experiências.Esta é a razão de ser deste post, registrar uma tentativa de encontrar algum sentido nos labirintos desta existência
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